A presidente Dilma Rousseff cedeu mais uma vez ao PMDB e aceitou
o nome do deputado Celso Pansera (PMDB-RJ) para o Ministério da Ciência e
Tecnologia. A indicação foi do líder do partido da Câmara, Leonardo Picciani
(RJ), que também apontou o deputado Marcelo Castro (RJ) para a Saúde e aumentou
o naco do PMDB na Esplanada. O partido do vice-presidente Michel Temer passou
de seis para sete pastas no governo.
Nesta quinta-feira (1º), Dilma se reuniu com Temer e afirmou que
não estava satisfeita com o nome de Pansera para Ciência e Tecnologia. A presidente
queria alguém de “mais peso político” para ajudar nas votações no Congresso,
principalmente na aprovação do ajuste fiscal e na tentativa de evitar a
abertura de um processo de impeachment contra seu mandato.
Temer, por sua vez, afirmou que não indicaria novos nomes e que
a presidente teria que acertar o tema com Picciani.
Dilma ofereceu a pasta para os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil) e Henrique Eduardo Alves (Turismo), ambos do PMDB. Os dois, no entanto, recusaram o convite e vão permanecer onde estão.
Dilma ofereceu a pasta para os ministros Eliseu Padilha (Aviação Civil) e Henrique Eduardo Alves (Turismo), ambos do PMDB. Os dois, no entanto, recusaram o convite e vão permanecer onde estão.
Sem alternativas, a presidente recebeu Picciani no início da
noite desta quinta, acompanhado por Pansera e Castro, para acertar as
indicações. Após a reunião com o vice, Dilma seguiu para o Palácio da Alvorada,
onde almoçou com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Lula foi quem mais
pressionou a presidente para fazer uma reforma ministerial com lastro político,
trocando o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, por Jaques Wagner
(Defesa), e dando mais espaço ao PMDB.
Além de Castro e Pansera, Dilma já havia definido os ministros
peemedebistas: Eduardo Braga (Minas e Energia), Kátia Abreu (Agricultura),
Eliseu Padilha (Aviação Civil), Helder Barbalho (Portos) e Henrique Eduardo
Alves (Turismo)." Da Folhapress"


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