O Sindicato dos Policiais Civis de Pernambuco (Sinpol-PE) e a Associação dos Peritos de Pernambuco (Asppape) protocolaram, nesta segunda-feira (27), pedido de informações na Secretaria de Defesa Social (SDS) a respeito dos procedimentos tomados no caso da morte de Paulo César Morato, investigado na Operação Turbulência, da Polícia Federal (PF).
Entre os pontos que pedem esclarecimentos, segundo as entidades, está o exame de papiloscopia, para identificar digitais no quarto do motel onde o corpo foi encontrado.
As organizações argumentam que, quando o corpo de Morato foi encontrado, a delegada Gleide Ângelo solicitou a realização do exame, que não teria sido realizado. No entanto, durante coletiva de imprensa, na última quinta-feira (23), a gerente geral de Polícia Científica, Sandra Santos, afirmou que o procedimento foi feito.
Para o presidente da Asppape, Carlos Eduardo, o exame de papiloscopia era fundamental para as investigações.
Da SDS, o grupo seguiu para a sede do Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
Com informações de Anderson Bandeira, da Folha de Pernambuco.


0 comentários:
Enviar um comentário