A edição 2015 da Marcha do Orgulho LGBT em São Paulo, que teve entre
suas figuras uma travesti numa cruz e um Jesus Cristo gay, levou três
deputados a apresentar uma representação ao Ministério Público contra os
organizadores do evento.
Um dos deputados é Elizeu Dionizio (SD-MS), entrevistado no programa Palavra Aberta
desta segunda-feira (6). "Você não combate um preconceito com outro",
disse o parlamentar. Dionizio acusa o evento de ter extrapolado a busca
pelos direitos da população LGBT e passado não apenas à afronta, mas ao
crime: o deputado argumenta que os cultos e símbolos religiosos são
resguardados pela Constituição e, por isso, o Ministério Público deve se
posicionar quanto à questão.
Durante a entrevista Dionizio comenta também o caso da menina de 11
anos apedrejada quando saia de um centro de candomblé no Rio de Janeiro.
Para ele, os fatores que estão causando intolerância religiosa no
Brasil são a fragmentação da família, a inversão dos valores e a falta
de princípios."Palavra Aberta"
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